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segunda-feira, 16 de junho de 2014

Coca-Cola ‘VERDE’, a polêmica!

Foto: Divulgação/Coca-Cola
A Coca-Cola lançou uma nova bebida com menos calorias, 89kcal, contra as 138kcal, em média, em 330 ml da versão original. Não é diet, nem light, é life, uma mistura de açúcar com extrato de folhas de stévia, uma planta originária da América do Sul . O produto já foi lançado na Argentina, no Chile, e em setembro passará a ser vendido no Reino Unido, mas não chegará ao Brasil.
O lançamento no Reino Unido é parte do comprometimento da Coca-Cola com a campanha do governo de combate à obesidade, em que a marca prometeu reduzir em 5% a quantidade de calorias de seus produtos em 2014. Entretanto, críticos dizem que a bebida ainda tem mais de quatro colheres de chá de açúcar, um quarto da recomendação diária para uma criança.
O Dr. Aseem Malhotra, diretor científico da Action on Sugar, e a The Children’s Food Campaign dizem que a Coca-Cola somente visa o lucro e está enganando os consumidores, sem interesse na saúde pública.
Em sua defesa, a marca afirma que mais de 40% de suas vendas no Reino Unido são de produtos sem calorias, como a Coca-Cola Zero e a Diet Coke. Desde a Coca-Cola Zero, de 2006, é a primeira versão de baixa caloria da marca lançada no Reino Unido. Uma lata de Coca-Cola Life contém 89 calorias, contra as 139 calorias da versão tradicional.
No Brasil, a nova bebida foi barrada, pois possui uma composição fora da regulamentação do Ministério da Agricultura para refrigerantes.
Por aqui, o Ministério da Agricultura tem um decreto (6871/2009) que rege a padronização, a classificação, o registro, a inspeção e a fiscalização da produção e do comércio de bebidas. Este decreto proíbe a associação de açúcar e edulcorantes em bebidas não alcoólicas, com exceção de preparados sólidos para sucos.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Comida japonesa: saudável ou cilada?


Muita gente pensa que optar por um restaurante japonês é a melhor opção para quem busca uma alimentação saudável e de baixa caloria, mas, na maioria dos casos, é preciso saber escolher os pratos e atentar à quantidade.
Uramakis, niguiris, temakis e shimeji são alguns itens da culinária japonesa que parecem saudáveis e aliados para aqueles que buscam uma alimentação equilibrada, ou até mesmo a perda de peso, mas a verdade é que eles são, em sua maioria, à base de gohan, o arroz utilizado nos pratos, que contém alto teor de açúcares e carboidratos.
Os alimentos em si não são tão calóricos, é a escolha dos molhos e acompanhamentos que podem interferir no resultado final da refeição.
No preparo do sushi, por exemplo, é utilizado açúcar com vinagre de arroz, para que o arroz possa ser colado com mais facilidade na alga marinha; a maioria dos molhos shoyos também contêm açúcar e glutamato monossódico, o que pode ser um problema para quem apresenta hiperglicemia, diabetes, hipertensão, mulheres que sofrem com candidíase de repetição e para quem sofre com dores de cabeça e enxaqueca.
As frituras e o shoyo são os vilões da comida japonesa. A fritura é a pior gordura de todas, o shoyo contém muito sódio e o gohan é um carboidrato simples. Além destes, a maionese e o cream cheese são os principais erros cometidos na hora dos pedidos.
Como em qualquer outra culinária do mundo, a comida japonesa tem os prós e contras, porém é possível se beneficiar com as diversas opções de pratos saudáveis e balanceados disponíveis por aí. 
A dica é: Equilíbrio!

Fonte: Nutricionistas Amanda Miranda e Gloria Viana.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Artplan lança Ação Contra a Obesidade

Foto Divulgação

Em uma ação de combate à obesidade infantil no Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, a Artplan instalou um espelho que, quando a pessoa se olha, dá a sensação que está com alguns quilos a mais, alterando sua silhueta.
De acordo com a Artplan, o painel ficará instalado até maio com a mensagem “Não vamos deixar nossas crianças crescerem assim. Vamos combater juntos a obesidade infantil”. A iniciativa, diz, faz parte do movimento Saúde 360, lançado pela Amil.
“O assunto é de extrema relevância para a população brasileira, visto que dados do Ministério da Saúde indicam que uma em cada três crianças está acima do peso e estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) confirmam a urgência de se combater a enfermidade que, mundialmente, mata 2,8 milhões de pessoas”, diz a Artplan, em comunicado.

terça-feira, 4 de março de 2014

Ovos vermelhos x ovos brancos: mitos e verdades


É bastante comum ouvirmos por aí que os ovos vermelhos têm maior qualidade e gosto diferente dos brancos. Outros dizem que os ovos brancos possuem mais nutrientes. Há até quem acredite que um possui aditivos químicos e o outro é mais natural.
Acredite, os dois tipos têm os mesmos nutrientes e o mesmo gosto. As únicas diferenças, de fato, são a cor e o valor no supermercado!

Vamos aos fatos:
- a dieta da galinha é que muda o sabor do ovo e de sua carne também. A cor do ovo não muda em nada seu sabor.
- galinhas de penas vermelhas ou escuras põem ovos de casca vermelha, galinhas de penas brancas ou claras põem ovos de casca branca.

E aquela dúvida básica: quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?
A resposta para esta pergunta é clara: o ovo! Explicação: os dinossauros já colocavam ovos e ainda não existiam galinhas.

Que tal uma bela omelete?
Aceito sugestões!


Fonte: Today I Found Out